Os serviços de emergência de Israel confirmaram que os ataques lançados pelo Irã já deixaram três mortos e ao menos 82 feridos. Um dos ataques mais graves ocorreu em Rishon Lezion, ao sul de Tel Aviv, onde um míssil matou duas pessoas e feriu 19. Uma terceira vítima morreu em Ramat Gan, atingida por estilhaços.
A ofensiva iraniana foi uma resposta direta aos bombardeios realizados por Israel na noite da última quinta-feira (12), que, segundo a imprensa estatal do Irã, deixaram 78 mortos, incluindo chefes militares, cientistas nucleares e 20 crianças na capital Teerã.
Israel, por sua vez, afirma que os ataques foram direcionados a alvos estratégicos ligados ao programa nuclear iraniano, numa tentativa de impedir o avanço do desenvolvimento de armamento nuclear no país rival.
Em retaliação, o Irã lançou cerca de 100 mísseis contra cidades israelenses, como Jerusalém e Tel Aviv, na noite de sexta-feira (13), aumentando ainda mais a tensão na região.
As declarações refletem a gravidade do cenário. O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, afirmou que “a nação iraniana não permitirá que o sangue de seus mártires fique sem resposta”, prometendo vingança contra Israel.
Por outro lado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reforçou que os bombardeios vão continuar “pelo tempo que for necessário” para garantir que o Irã não desenvolva armas nucleares.
O mundo acompanha com apreensão os desdobramentos dessa nova escalada de violência no Oriente Médio.


