A morte da enfermeira Maristela Magalhães Aires, aos 38 anos, provocou uma série de manifestações de pesar entre amigos, colegas e profissionais da saúde em Goiás. Ela morreu neste sábado (15) e atuava em unidades públicas de Goiânia e Senador Canedo.
Maristela trabalhava no Cais Vila Nova, na capital, e também no Pronto Socorro Vila São João, em Senador Canedo, onde integrava o quadro efetivo do município. O falecimento foi confirmado pelo Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO). Até o momento, a causa e as circunstâncias da morte não foram informadas.
A notícia repercutiu principalmente entre pessoas que dividiram com a enfermeira a rotina dos serviços públicos de saúde. Nas redes sociais, homenagens passaram a recordar sua convivência com pacientes, equipes e amigos.
Uma década dedicada à saúde pública
A trajetória profissional de Maristela em Senador Canedo ultrapassava dez anos. Registros oficiais apontam que ela ingressou no serviço público municipal em 11 de janeiro de 2016, no cargo efetivo de Analista de Saúde – Enfermeira.
Em 2025, recebeu do município gratificação relacionada à formação educacional. A profissional também teve participação na produção de conhecimento na área da saúde, aparecendo entre os autores de um estudo sobre a integração de equipes da Estratégia de Saúde da Família em experiência desenvolvida em Senador Canedo.
Maristela também fazia parte da estrutura da saúde pública de Goiânia. Documento municipal de 2022 registra seu vínculo com a Secretaria Municipal de Saúde como Técnica em Saúde, com concessão de adicional relacionado à titulação, formação e aperfeiçoamento.
Mais recentemente, conforme confirmado pelo Coren-GO, ela estava entre os profissionais que atuavam no Cais Vila Nova.
Vida também era marcada pela maternidade
Fora do ambiente profissional, Maristela se apresentava nas redes sociais como enfermeira, analista de saúde e mãe de Benício. Seu perfil pessoal também fazia referência a uma atividade ligada à comercialização de perfumes importados.
A confirmação da morte aos 38 anos levou colegas a publicarem mensagens de despedida e lembranças construídas durante sua passagem pelas unidades onde trabalhou.
Sem informações oficiais sobre a causa do falecimento, o que permanece publicamente registrado é a trajetória de uma profissional que dedicou parte significativa da vida adulta à assistência em saúde e ao serviço público em duas importantes cidades da Região Metropolitana de Goiânia.


